Meu testemunho de livramento e graça divina (VII)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Grita o nome de Jesus três vezes, senão você vai morrer!… No momento em que a sombra da morte se ia locomovendo, fria e ameaçadoramente, em minha direcção, “ouvi” (até hoje não sei descrever com exactidão aquela “voz” que falava no meu subconsciente) que devia gritar o nome de Jesus três vezes ou, então, eu morreria. E, de facto, apercebi-me que o coração começara a bater de forma intermitente. Ora pulsava, ora parava, ora batia, ora deixava, momentaneamente, de bater, sem que, entretanto, eu apagasse (perdesse os sentidos), como se me avisando que estava prestes a bater pela última vez, ou seja, a parar de bater para sempre. De relance, vi que a obscuridade presente no quarto do meu irmão se adensara, e que aquela sombra demoníaca, a sombra da morte, se ia aproximando perigosamente cada vez mais próximo de mim. Foi aí que pela primeira vez, em uma situação real de perigo e catástrofe eminente, gritei, consciente e encarecidamente, pelo nome de Jesus.   Com voz embargada, mas firme, gritei: “Jesus!!”… E foi, então, que algo surrealista e surpreendente aconteceu (se houver algum laivo de inverdade no que eu estou aqui a contar, que satanás tenha o poder de tomar a minha vida):  num ápice vi a sombra que se aproximava perigosamente de mim a retroceder abruptamente, como se tivesse acabado de receber um violento chute de alguém que estava no local, mas que eu não conseguia ver. Passando alguns poucos segundos, a mesma sombra voltou a se materializar e recomeçar a sua jornada em minha direcção. Tentei gritar pela segunda vez o nome de Jesus, mas parecia que alguém simplesmente tampara a minha boca, tornando-me afónico. Me desesperei. Enquanto mentalmente reunia força de vontade para continuar a lutar, via a sombra a tentar, de forma ainda mais resoluta e decidida, alcançar-me com os seus tentáculos letais. E, então (hoje sei que fora Deus quem estava guerreando por mim), consegui, pela segunda vez, chamar pelo nome de Jesus. E, novamente, vi a névoa da morte a ser lançada para fora do local em que nos encontrávamos. A terceira e última vez fora ainda mais penosa e desesperadora, mas, com a ajuda de Deus, as forças tenebrosas que tinham sequestrado a minha voz foram derrotadas, e o nome de Jesus ouvido pela terceira vez no quarto do meu irmão (hoje sei que a menção repetitiva do número três[1], sete[2] e doze[3] nas Escrituras Sagradas não são meras casualidades. Para além do seu simbolismo, há neles algo mais que não conseguimos alcançar): Como que impelido por uma força invisível, levantei instintivamente o olhar para a janela, e foi, então, que vi os três seres angelicais que foram enviados por Cristo para me socorrer e desinfestar o local da presença do Mal: três “anjos” em forma de pomba atravessaram o meu campo de visão. Pude vê-los perfeitamente. Eram de cor branca intensa e resplandecente, e foram surgindo no meu campo de visão, uma após outra, como uma esquadrilha de caças voando em linha recta. Naquele momento, por intuição percebi que não iria morrer… que o espírito da morte tinha acabado de ser subjugado pelo exército celestial do SENHOR. Lentamente fui voltando a mim, e a ter a estranha percepção de que estava retornando ao meu corpo. A visão do rosto distorcido ou semi-animalesco da pessoa por trás do evento dramático que estava a viver simplesmente se esfumara. O quarto do meu irmão parecia agora mais intensamente iluminado pelos raios solares que provinham do céu desnublado. O Mal que me queria levar prematuramente à sepultura tinha sido definitivamente derrotado pelo Deus que eu não conhecia, não amava e não adorava!… Ainda hoje me emociono quando penso e tento entender a razoabilidade do gesto do SENHOR para comigo. Por que Ele interveio?!… Por que Ele simplesmente não me deixou morrer sendo eu um pecador?!… Naquele dia, que seria o último da minha vida, Deus fora bom e misericordioso para comigo. E hoje, em meio a tantas perseguições e investidas satânicas, tenho assistido maravilhado o mover do Espírito Santo e a manifestação da graça de Deus também na vida da minha esposa e dos nossos filhos.   A graça (favor imerecido) que eu recebera de Deus naquele inesquecível dia (03 de Março de 1993), me franqueara não só a porta do conhecimento acerca da existência de Deus e do seu amor, bondade e misericórdia, mas, também, da existência do mundo espiritual, assim como da actuação dissimulada, pérfida e macabra do Mal invisível e sobrenatural no nosso mundo, particularmente na vida daqueles que não se converteram a Deus. Por via deste e doutros testemunhos, revelações e conhecimento que serão aqui partilhados, você, meu caro irmão ou irmã em Cristo, nunca mais sentirá medo quando tiver que confrontar satanás e suas obras maléficas (bruxaria, etc). Como disse o Senhor, “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, João 8:32.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Três foram os Reis Magos que visitaram Jesus, três foram o tipo de presentes que os Reis Magos deixaram no local do nascimento de Jesus (ouro, incenso e mirra), três foram o número de homens (entre eles Jesus) crucificados no dia da sua morte, três fora a hora do dia que Jesus morreu, três fora o número de dias que Jesus permaneceu morto, três fora o número de vezes que Pedro negou Jesus antes do galo cantar, três fora o número de vezes que Jesus fora tentado, três é o número representativo da trindade, não da trindade como os meus mui amados irmãos católicos ensinam – um só Deus em três pessoas distintas (Pai, Filho e Espírito Santo) –, mas três Entes

Meu testemunho de livramento e graça divina (VI)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) A sombra da morte Enquanto ia me debatendo freneticamente e gritando “Afinal o papá ´Pedro´ é feiticeiro!… O papá ´Pedro´ é feiticeiro!… O papá ´Pedro´ é feiticeiro!…” para chamar a atenção dos presentes para o que realmente estava a acontecer, acabamos, nesse segura-segura (eu estava descontrolado), por adentrar no quarto do meu irmão. O quarto do meu irmão era minúsculo, baixo e de construção precária como de resto era toda a nossa casa. Do interior do quarto do meu irmão se conseguia facilmente abarcar parte do quintal e o vai e vem de transeuntes no seu interior. Mas, naquele dia, não vi vivalma a circular no quintal. O quintal parecia-me estranhamente silencioso e soturno. Sem ter a noção exacta do que estava a fazer, pedi ao meu irmão que colocasse as suas mãos sobre a minha cabeça, mas tão logo ele impôs as mãos sobre a minha cabeça, vi, em lugar dos seus braços e mãos, um braço não humano sobre a minha cabeça. O braço demoníaco e aterrorizante que vi sobre a minha cabeça, apresentava-se completamente coberto de pelos de cor preta intensa que se confundiam com os de um gorila, e desembocava numa mão monstruosa com dedos pontiagudos, bastante envelhecidos e em forma de garra. Com a voz embargada pela aterrorizante visão, gritei ao meu irmão que retirasse as suas mãos de cima da minha cabeça. O que me intriga até hoje, nesta história, é o facto de eu ter conseguido ver o braço e os dedos monstruosos do ser demoníaco fincados sobre a minha cabeça. Nenhum ser humano tem a capacidade de ver algo em cima de sua cabeça, a não ser através de um espelho ou (suponho que tenha sido o meu caso) se, em teoria, estiver fora do seu próprio corpo, como de resto ouvimos em muitos testemunhos de EQM (experiência de quase-morte), o que não foi o meu caso. Eu não estava a viver nenhuma experiência de quase-morte, e nem a passar por uma experiência alucinatória. Eu sabia perfeitamente quem eu era, onde estava e quem eram as pessoas que me rodeavam. Ou seja… eu estava lúcido e consciente dos eventos que se desenrolavam à minha volta. Sabia que aquilo que eu (somente eu) estava a ver, nada tinha a ver com uma eventual distorção da realidade provocada pelo possível efeito alucinógeno da penicilina procaína que o meu pai me aplicara parcialmente, mas da manifestação do Mal que tinha tomado a minha mente, corpo e alma. A confirmação de que a penicilina procaína nada teve a ver com os eventos que estamos aqui a narrar, veio semanas ou meses depois, mas, por enquanto, não vamos nos ater a estes outros eventos sobrenaturais que durante 12 meses me aterrorizaram, para não fugirmos do tema em foco. Enquanto tentava em vão lutar pela vida, vi algo que até então julgava ser uma alusão metafórica da morte pelo autor do Livro de Salmos (Salmos 23:4): a sombra da morte. Não a morte propriamente dita porque ela é um estado; o estado em que as pessoas se apresentam depois de o fôlego da vida abandonar os seus corpos. O que eu vi (não em sonhos, mas com os meus próprios olhos) fora a própria sombra da morte. Os eventos que estou a narrar ocorreram por volta das doze horas e trinta minutos ou treze horas, e num dia de bastante sol, pelo que mesmo sem luz eléctrica havia claridade suficiente no quarto do meu irmão, até à altura em que, de repente, a claridade no quarto do meu irmão começou a ser tomada por uma estranha obscuridade. No exterior do quarto onde nos encontrávamos o dia estava ensolarado, mas no quarto do meu irmão o negrume da noite começara a instalar-se de forma sobrenatural e maléfica, diante dos meus olhos. Somente dos meus olhos… E, então, eu a vi. Sim, a temida sombra da morte que lenta e dissimuladamente se esgueirava para o interior do quarto do meu irmão. Eu via-a se movendo, fria e ameaçadoramente, em minha direcção, parecendo que tinha vida própria. Por breves instantes me pareceu ter descortinado uns lábios e um sorriso zombeteiro naquela forma inconstante e incorpórea, mas podia ser apenas coisa da minha cabeça. Hoje, eu sei que a alusão da “sombra da morte” em Salmos 23:4 não fora metafórica, ela realmente existe e é visível aos olhos das pessoas que estão prestes a morrer sem a presença de Cristo em suas vidas.   Continua no próximo artigo… Artigo anterior Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. Artigos relacionados Meu testemunho de livramento e graça divina (V) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (IV) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (III) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (II) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (I) Setembro 24, 2025 Testemunho Angolano!… “Hoje o SENHOR coloca diante de ti a benção e a maldição”, Deuteronómio 11:26. KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Secções Sociedade Fé e Religião Segurança Nacional Projectos sociais Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Meu testemunho de livramento e graça divina (V)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (V) O papá “Pedro” Antes de continuar, abro um pequeno parêntese para falar do papá “Pedro”[1]. O papá “Pedro” (é dessa forma respeitosa como o chamávamos) era o irmão mais-velho da nossa avó paterna. A nossa avó paterna fora a mulher que após a separação dos nossos pais, criou-me a mim, e o meu irmão menor, Tozé, e fora na casa dela onde ocorreram os eventos que vimos narrando. Tal como a nossa avó paterna, o papá “Pedro”, um famigerado e experimentado pescador lá pelas bandas da Ilha do Mussulo (foi pena que tivesse se tornado num pescador de almas para satanás, ao invés de pescador de almas para Cristo), nascera na Ilha do Cabo, província de Luanda, Angola. Em finais da década de 80 começaram a emergir acusações muito sérias acerca do seu envolvimento com práticas ocultistas, ou seja… com a bruxaria. Lembro-me de pelo menos em duas ocasiões ter assistido a minha irmã mais-velha e o nosso tio-avô, o papá “Pedro”, a discutirem. Abro um breve parêntese para homenagear a memória da minha irmã, a quem in memorian repito as palavras que enderecei a ela no momento em que o último punhado de areia se abateu sobre a sua sepultura: “Mena, minha irmã… se ouviste tudo aquilo que eu te disse, você vai ficar bem”. Infelizmente, a nossa irmã nos deixou no passado dia 07 de Julho do corrente ano. A sua morte não teria ocorrido se ela me tivesse ouvido, pois dois meses antes de sofrer o primeiro ataque de AVC, Deus me tinha mandado avisá-la da necessidade de ela se voltar para Ele, pois o mal estava a se acercar dela. Pois bem, como estávamos a dizer, pelo menos em duas ocasiões vi a minha irmã a confrontar o nosso tio-avô no quintal da nossa avó paterna. A cada sentença acusatória proferida pela minha irmã, o velho em sua defesa respondia, em quimbundo, “eme mwene, eme mwene[2]?!…”, intercalando a sua fala com estranhos saltos, saltos estes que levavam a minha irmã a acusá-lo de forma ainda mais vigorosa de estar a “bungular[3]” em plena luz do dia. Era realmente estranho e grotesco os movimentos que o velho fazia sempre que em quimbundo pretendia, de forma retórica, manifestar a sua falsa admiração às acusações que lhe estavam a fazer.  Apesar de os gestos e comportamentos deste nosso tio-avô suscitarem alguma estranheza ou causarem um certo desconforto às pessoas próximas (lembro-me de um certo dia em que ele encontrou o meu irmão, um adolescente na altura, a matabichar, e, sem pedir licença, se apossou da sua chávena de leite e, sem dar cavaco a ninguém, sorveu um bocado do leite que o meu irmão estava a tomar, tendo depois disso restituído a chávena ao meu irmão, mas, graças a Deus, este não voltou a tocar na sua refeição), nunca o tinha, até então, chamado de bruxo, por não estar ciente desta sua condição de pessoa má, perversa e perigosa.   Continua no próximo artigo… ___________________________________________________________________________________________________ [1] Em respeito à sua memória, fez com que (mesmo tendo sido ele um servo de satanás) ocultássemos a sua verdadeira identidade atribuindo-lhe um nome fictício, embora haja aqui na zona em que vivo muita gente que não precisa do seu nome verdadeiro para saber de que pessoa estamos a falar. [2] Eu mesmo?!… Eu mesmo?!… [3] Uma espécie de dança sútil, ritualística e com poderes mágicos ou satânicos. Artigo anteriorArtigo seguinte Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. Artigos relacionados Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (IV) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (III) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (II) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (I) Setembro 24, 2025 Testemunho Angolano!… “Hoje o SENHOR coloca diante de ti a benção e a maldição”, Deuteronómio 11:26. KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Secções Sociedade Fé e Religião Segurança Nacional Projectos sociais Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Meu testemunho de livramento e graça divina (IV)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (IV) A revelação divina da face oculta do inimigo No momento em que nos aproximávamos da porta do quarto do meu irmão, dois eventos insólitos ocorreram no local. O primeiro evento foi o facto de sem nenhuma razão plausível ou aparente, eu ter dito que aquilo que estava a ocorrer era derivado do facto de o meu pai ter colocado água na seringa, o que não correspondia com a verdade. Não precisamos ser muito inteligentes para percebermos o desígnio maligno por trás daquela falsa acusação: satanás pretendia matar dois coelhos de uma cajadada só. Eu, por via da minha morte física, e o meu pai por via do assassínio público da sua reputação e integridade moral. Irmãos em Cristo, estão a perceber o quão pérfido e ardiloso é satanás?!… Eu morreria, mas sem antes criar uma imagem totalmente negativa e infundada sobre a pessoa de meu pai, no subconsciente e memória colectiva dos presentes. Mas, a justiça de Deus não demorou a fazer-se sentir. Sem querer (pois não tinha bases e nem a intenção de assim proceder), vi-me a dizer, alto e bom som: “Hã, já sei… o papá “Pedro” é feiticeiro!…”. E, então, neste exactíssimo momento, aconteceu algo inexplicável à luz da ciência: o rosto do dito cujo se “materializou” diante dos meus olhos. Embora eu não possa de forma clara e conclusiva explicar o que aconteceu, estou mais inclinado a acreditar que Deus, desgastado com a sua maldade, determinara o seu desmascaramento e fim naquele dia. A feitiçaria é uma prática abominável aos olhos de Deus, e Ele mesmo diz que “não há coisa oculta que não haja de manifestar-se, nem escondida que não haja de saber-se e vir à luz”, Lucas 8:17. E assim foi: a face oculta do Mal fora desmascarada e exposta por Deus. Neste dia, no dia em que o meu algoz estava para morrer, nem mesmo o seu feitiço de invisibilidade (os bruxos usam encantamentos ou feitiços de invisibilidade para se manterem ocultos aos olhos das suas vítimas e pessoas próximas destes) lhe manteve fora do alcance da sentença divina expressa em Lucas 8:17.  O seu segredo e ocultamento foram finalmente expostos. Agora ele não era uma entidade sem rosto, nome ou morada. Embora o seu rosto se apresentasse como o de um ser híbrido (uma combinação de rosto humano e de gato), eu conseguia reconhecer claramente as suas conhecidas feições. Onde quer que me virasse, lá estava a face do Mal, a encarar-me fixamente como uma serpente tentando hipnotizar e engolir a sua presa. À medida que o tempo passava fui me convencendo que estava sob o efeito de um trabalho de bruxaria muitíssimo forte e decidido a cumprir com a sua missão malévola, ou seja, que estava em grandes apuros, pois não tinha nem a armadura da fé nem o conhecimento (fé e conhecimento que possuo hoje) para lutar contra as Trevas e derrotá-las. Em pânico pedi a minha irmã que me desse as mãos, como que para fazer uma corrente energética ou coisa parecida, à semelhança do que, das duas ou três vezes que participara dos cultos da IURD, vira a fazer naquela instituição religiosa. Lembro-me da minha irmã e o meu irmão a segurarem-me as calças para que não caíssem, pois no meio da refrega não tivera tempo de encerrar adequadamente o seu fecho ziper. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. Artigos relacionados Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (V) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (III) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (II) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (I) Setembro 24, 2025 Testemunho Angolano!… “Hoje o SENHOR coloca diante de ti a benção e a maldição”, Deuteronómio 11:26. KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Secções Sociedade Fé e Religião Segurança Nacional Projectos sociais Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Meu testemunho de livramento e graça divina (III)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (III) A manifestação do abominável malignus No momento em que gritei “pai, pára!!…”, imediatamente o meu pai parou com a aplicação da injecção de penicilina procaína, e olhou interrogativamente para mim como se perguntando: “o que se passa?!…”. O que se passava é que no momento em que o meu pai injectou a primeira fracção de penicilina procaína em meu corpo, uma sensação de que eu estava em um corpo que não era o meu, tomou conta de mim. Tive a percepção de que algo de muito grave e perigoso estava a acontecer comigo naquele exacto momento. Disse ao meu pai que ao contrário do que era expectável, não sentia o medicamento a entrar em meu corpo. Dizer ao meu pai que “não sentia o medicamento a entrar em meu corpo” fora apenas uma forma de explicar o que não conseguia exprimir por palavras, pois, na verdade, não sabia explicar com clareza o que estava a acontecer comigo naquele momento. E foi então que tudo começou: um ciclo interminável de convulsões vigorosas (convulsões pouco peculiares que mais pareciam derivadas de choques eléctricos, pois os braços saiam da sua posição de repouso vertical e vinham embater furiosamente sobre o meu peito, regressavam para a sua posição inicial e voltavam, vezes sem conta, novamente, a embater descontroladamente sobre o meu peito), secundadas pela percepção interior de estalos e ruídos no interior do meu cérebro. Na sala havia um velho sofá de cor bege claro onde o meu pai me fez sentar, enquanto mandava o meu irmão pegar um jarro de água. Sentado no velho sofá, procurava, atónito, tentar em vão entender o que estava a se passar. O meu irmão retornou com um jarro ou balde cheio d’água, que imediatamente o meu pai despejou sobre a minha cabeça. Foi então que o inesperado aconteceu. No exacto momento em que a água que o meu pai derramara sobre a minha cabeça escorria para o chão cimentado da sala em que nos encontrávamos, aos meus olhos hipnotizados (pois mais ninguém via o que eu via) ela se transformou em sangue… sangue jorrando abundante e torrencialmente da minha cabeça, enquanto o barulho de coisas a se desconjuntarem dentro meu cérebro se tornavam cada vez mais audível e assustador. Lembro-me de perceber mentalmente que alguém me estava a dizer zombeteiramente: “dentro de alguns dias vão te colocar em um caixão, cavarão um buraco, te colocarão dentro dele, te cobrirão com terra e você desaparecerá para sempre”. Embora não professasse o catolicismo, fiz naquele instante o sinal católico da cruz, ao mesmo tempo que fui tomado por uma súbita e profunda tristeza por saber que tinha um futuro promissor na vida (era jovem, estudante, capitão afecto a um dos órgãos castrenses tutelados, na altura, pela Presidência da República) que, de repente, simplesmente se esfumaria. Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. Artigos relacionados Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (V) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (IV) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (II) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (I) Setembro 24, 2025 Testemunho Angolano!… “Hoje o SENHOR coloca diante de ti a benção e a maldição”, Deuteronómio 11:26. KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Secções Sociedade Fé e Religião Segurança Nacional Projectos sociais Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Meu testemunho de livramento e graça divina (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (II) A face oculta do Mal O dia nascera ensolarado, quente e promissor. As 14h00 daquele dia (03 de Março de 1993) teria de submeter-me a uma importante prova de Electrónica Digital (a par da Electrónica Analógica, a Electrónica Digital era uma das disciplinas nucleares do Curso de Telecomunicações e Electrónica) no Instituto Nacional de Telecomunicações (ITEL), instituição de ensino médio onde, à data dos factos que estão a ser aqui narrados, frequentava a 10ª classe, ou seja, o 2º ano do Ensino Médio Técnico-Profissional. No dia anterior (02 de Março de 1993), tinha informado o meu pai (um antigo e experimentado enfermeiro de profissão) de que me encontrava a braços com uma gonorreia (doença sexualmente transmissível) e que precisava da sua ajuda, pois, ao contrário da primeira experiência que tivera com esta DTS (doença sexualmente transmissível), desta vez a automedicação simplesmente não estava a funcionar. Foi bastante constrangedor para mim ter que dizer ao meu pai que há três dias me tinha envolvido sexualmente com uma jovem, e que em razão deste contacto sexual apanhara um “esquentamento”, mas, por estar cônscio da potencial gravidade da doença (se não for tratada a tempo a gonorreia pode lesar os órgãos reprodutivos e causar infertilidade tanto em homens como em mulheres), tive que me abrir com o meu pai. No dia seguinte, lá por volta das 12 horas, contactei o meu pai para começarmos já com o tratamento, pois se aproximava a hora em que teria de ir à escola, para submeter-me à prova escrita que estava agendada. Enquanto me preparava, vi de relance o meu pai a manipular alguns objectos no interior de uma das panelas que estava sobre o fogão aceso. Um denso vapor saia freneticamente da panela, indicando que o processo de esterilização da seringa de vidro que iria utilizar estava em curso (seringas de vidro sempre foram muito apreciadas por enfermeiros da “velha-guarda”). Minutos depois, o meu pai me chamou. A lembrança daquele dia nunca irá desvanecer-se na minha memória. Lembro-me perfeitamente da roupa que eu trajava naquele dia: calças pretas e camisa xadrez, de mangas compridas… de cor azul royal e preta. Com o apertar das horas (como dissera, a prova de electrónica digital estava marcada para as 14 horas, logo estava ficando sem tempo), o meu pai optou por aplicar-me a injecção de penicilina procaína em pé. Com um pedaço de algodão embebido em álcool isopropílico, o meu pai desinfectou a área em que iria aplicar a injecção, e, imediatamente, mas de forma lenta e cuidadosa foi injectando o medicamento em um dos glúteos. A dor fora quase imperceptível, mas algo chamou imediatamente a minha atenção e percepção de que estava em perigo. E, então, exclamei com ênfase: “pai, pára!!…”. Antes de continuar, gostava de esclarecer que a paixão pelos livros (sempre gostei de ler) marcará desde muito cedo o meu percurso como “ser social”. Faço parte de uma geração que foi ensinada a cultivar o salutar hábito de leitura. Portanto, quando ocorreram os eventos traumáticos despoletados com aquela injecção, eu já sabia o que era alucinação. O que eu não sabia era que a bruxaria e a presença de espíritos malignos no nosso mundo era real. É consabido que alguns medicamentos, entre eles antibióticos, podem despoletar uma crise alucinógena, mas, hoje, depois de passar pela experiência aterrorizante e traumática que passei, posso, por via desta experiência e conhecimento que mais tarde adquiri enquanto pastor, assegurar-vos que muitas das explicações dadas pela ciência e medicina para fenómenos psíquicos, psicológicos e parapsicológicos, na verdade não passam de “cortina de fumo”, uma forma de encobrimento inconsciente, pela classe científica e/ou médica (como a parapsicologia, psicologia, psiquiatria, etc) da presença do Mal (sobretudo da bruxaria) no mundo em que vivemos. Quando olhamos para um doente mental, vulgo maluco, a primeira coisa que nos passa pela cabeça é que aquele homem (ou mulher) padece de uma doença do foro psiquiátrico, o que pode ser tanto verdade como mentira. Há muita gente maluca por acção das trevas. E é sobre as trevas e a sua actuação sútil na vida das pessoas que não têm Deus, que iremos falar nos parágrafos que se seguem.   Continua no próximo artigo… Artigo anteriorArtigo seguinte Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. 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Meu testemunho de livramento e graça divina (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (I) Caros irmãos e irmãs em Cristo!… Que a graça e paz do Deus Todo-Poderoso chegue até vós, em toda a sua plenitude e poder, pela intermediação do Nosso Senhor Jesus Cristo. Esta saudação é extensiva aos ateus, apóstatas, judeus, islamistas, budistas, hinduístas, espíritas e a todos aqueles que por este mundo afora comungam de outras fés e valores que não aqueles que eu comungo: a fé e valores cristãos. Meus amados… Eu chamo-me Aldmiro António, sou um ex-pastor e um eterno servo-ungido do SENHOR (só os que realmente foram selados com o Espírito Santo saberão o que “eterno servo-ungido do SENHOR” quer dizer). Sobre o meu chamado divino (antes de ser contactado para integrar o ministério pastoral na Igreja Universal do Reino de Deus já o chamado divino ecoava no meu espírito) e afastamento injusto e arbitrário do sacerdócio falaremos mais tarde, por ora, importa que nos foquemos apenas neste importante e impactante testemunho que, pela vontade de Deus (só agora entendi isso), vem a público com um atraso de 32 anos. Embora seja um ungido do SENHOR, é na minha abjecta qualidade de homem pecador e inelegível (com base nos padrões humanos) para os tipos de missões que Deus nos comissionara (missão enunciativa[1], missão profética[2], missão testemunhal[3], missão evangelística[4], missão instrutiva[5], missão restaurativa[6] e missão missionária[7]), que eu gostaria de me apresentar e ser conhecido, principalmente por aqueles que, como eu, comungam da fé, ensinamentos e valores cristãos. Um homem pecador que encontrou misericórdia da parte de Deus-Pai, e redenção em Cristo Jesus, e que pela graça e misericórdia de Deus tem o privilégio imerecido[8] de ser um dos seus servos, mensageiros e testemunhas do seu amor, bondade e misericórdia (Os juízos do Senhor são insondáveis, e os seus caminhos inescrutáveis. Quem pode explicar as suas decisões? Quem pode entender os seus planos?”, Romanos 11:33-34). …///… Caros irmãos… Ser alvo de perseguição e conspiração, fora, desde muito cedo uma realidade na minha vida; uma realidade que perdura até aos dias de hoje. O que eu não sabia na altura (sei-o agora) é que Deus sempre esteve presente em minha vida, a proteger-me dos perigos ocultos e mal que me circundavam. Eu era um bem-aventurado e não sabia. Era (e continuo a ser) um bem-aventurado porque, mesmo não o merecendo, o amor, a bondade e a misericórdia de Deus sempre me acompanharam. Foi assim na minha infância, adolescência, vida militar (na frente-leste, província do Moxico, vivenciei, ainda adolescente, alguns fenómenos sobrenaturais que vou partilhar convosco) e ao longo de toda a minha vida passada e presente.  A sombra do Altíssimo sempre me acompanhou, cobriu e protegeu. Como disse, eu não sabia o quão bem-aventurado eu era, até ao dia em que de uma forma brutal, inesperada e dramática, me vi no meio de um evento sobrenatural que quase me custou a vida. Se não fosse Deus, de certeza absoluta que há muito que eu teria partido deste mundo, o mundo dos vivos, para o mundo dos mortos. É sobre este evento tão aterrorizador quanto transformador ocorrido no bairro do Golfe, aqui em Luanda, capital de Angola, que no âmbito da minha missão testemunhal eu quero falar, e por via disso cumprir com a promessa que há aproximadamente 33 anos fiz a Deus, de trazer ao conhecimento do mundo os eventos sobrenaturais que vivenciei, bem como dar testemunho, diante dos homens, acerca do seu amor, bondade e misericórdia. Eu merecia morrer, mas ainda assim o SENHOR através dos seus santos anjos veio em meu socorro.    Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Missão enunciativa consubstanciada no anúncio das boas-novas de justiça social e económica mandadas, pelo SENHOR, entregar aos angolanos e cidadãos estrangeiros estabelecidos, verdadeira e definitivamente, em Angola. [2] Missão profética consubstanciada na partilha com os angolanos e ovelhas do Nosso Senhor Jesus Cristo no mundo, de conhecimento sobre eventos proféticos que se desenrolarão no futuro próximo ou imediato. [3] Missão testemunhal consubstanciada no testemunho do amor, bondade e misericórdia de Deus, bem como dos eventos sobrenaturais por mim experimentados e/ou testemunhados. [4] Missão evangelística consubstanciada na (re)evangelização das ovelhas transviadas do SENHOR, ateus, apóstatas e de todos aqueles que em razão das contradições, deturpações, equívocos e inverdades presentes em alguns trechos da Bíblia se tornaram cépticos acerca da existência de Deus, ou descrentes acerca do seu amor, bondade e justiça. [5] Missão instrutiva consubstanciada na transmissão de saberes e valores transcendentais embasados no amor, santidade e justiça divina. [6] Missão restaurativa consubstanciada na libertação, desdoutrinação, cura, restauração e purificação daquelas pessoas (ovelhas) transviadas do Caminho, da Verdade e da Vida, por terem sido expostas a falsos ensinos cristãos e doutrinas de demónios, como as da teologia e outros. [7] Missão missionária consubstanciada na propagação, ao nível global, da verdadeira e imaculável Palavra de Deus. Artigo anteriorArtigo seguinte Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. Artigos relacionados Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) Setembro 27, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (V) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (IV) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (III) Setembro 24, 2025 Testemunho Meu testemunho de livramento e graça divina (II) Setembro 24, 2025 Testemunho Angolano!… “Hoje o SENHOR coloca diante de ti a benção e a maldição”,