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Meu testemunho de livramento e graça divina (VII)

Grita o nome de Jesus três vezes, senão você vai morrer!…

No momento em que a sombra da morte se ia locomovendo, fria e ameaçadoramente, em minha direcção, “ouvi” (até hoje não sei descrever com exactidão aquela “voz” que falava no meu subconsciente) que devia gritar o nome de Jesus três vezes ou, então, eu morreria.

E, de facto, apercebi-me que o coração começara a bater de forma intermitente. Ora pulsava, ora parava, ora batia, ora deixava, momentaneamente, de bater, sem que, entretanto, eu apagasse (perdesse os sentidos), como se me avisando que estava prestes a bater pela última vez, ou seja, a parar de bater para sempre.

De relance, vi que a obscuridade presente no quarto do meu irmão se adensara, e que aquela sombra demoníaca, a sombra da morte, se ia aproximando perigosamente cada vez mais próximo de mim. Foi aí que pela primeira vez, em uma situação real de perigo e catástrofe eminente, gritei, consciente e encarecidamente, pelo nome de Jesus.  

Com voz embargada, mas firme, gritei: “Jesus!!”…

E foi, então, que algo surrealista e surpreendente aconteceu (se houver algum laivo de inverdade no que eu estou aqui a contar, que satanás tenha o poder de tomar a minha vida):  num ápice vi a sombra que se aproximava perigosamente de mim a retroceder abruptamente, como se tivesse acabado de receber um violento chute de alguém que estava no local, mas que eu não conseguia ver.

Passando alguns poucos segundos, a mesma sombra voltou a se materializar e recomeçar a sua jornada em minha direcção.

Tentei gritar pela segunda vez o nome de Jesus, mas parecia que alguém simplesmente tampara a minha boca, tornando-me afónico. Me desesperei.

Enquanto mentalmente reunia força de vontade para continuar a lutar, via a sombra a tentar, de forma ainda mais resoluta e decidida, alcançar-me com os seus tentáculos letais.

E, então (hoje sei que fora Deus quem estava guerreando por mim), consegui, pela segunda vez, chamar pelo nome de Jesus. E, novamente, vi a névoa da morte a ser lançada para fora do local em que nos encontrávamos.

A terceira e última vez fora ainda mais penosa e desesperadora, mas, com a ajuda de Deus, as forças tenebrosas que tinham sequestrado a minha voz foram derrotadas, e o nome de Jesus ouvido pela terceira vez no quarto do meu irmão (hoje sei que a menção repetitiva do número três[1], sete[2] e doze[3] nas Escrituras Sagradas não são meras casualidades. Para além do seu simbolismo, há neles algo mais que não conseguimos alcançar):

Como que impelido por uma força invisível, levantei instintivamente o olhar para a janela, e foi, então, que vi os três seres angelicais que foram enviados por Cristo para me socorrer e desinfestar o local da presença do Mal: três “anjos” em forma de pomba atravessaram o meu campo de visão.

Pude vê-los perfeitamente. Eram de cor branca intensa e resplandecente, e foram surgindo no meu campo de visão, uma após outra, como uma esquadrilha de caças voando em linha recta.

Naquele momento, por intuição percebi que não iria morrer… que o espírito da morte tinha acabado de ser subjugado pelo exército celestial do SENHOR.

Lentamente fui voltando a mim, e a ter a estranha percepção de que estava retornando ao meu corpo. A visão do rosto distorcido ou semi-animalesco da pessoa por trás do evento dramático que estava a viver simplesmente se esfumara.

O quarto do meu irmão parecia agora mais intensamente iluminado pelos raios solares que provinham do céu desnublado.

O Mal que me queria levar prematuramente à sepultura tinha sido definitivamente derrotado pelo Deus que eu não conhecia, não amava e não adorava!…

Ainda hoje me emociono quando penso e tento entender a razoabilidade do gesto do SENHOR para comigo. Por que Ele interveio?!… Por que Ele simplesmente não me deixou morrer sendo eu um pecador?!…

Naquele dia, que seria o último da minha vida, Deus fora bom e misericordioso para comigo. E hoje, em meio a tantas perseguições e investidas satânicas, tenho assistido maravilhado o mover do Espírito Santo e a manifestação da graça de Deus também na vida da minha esposa e dos nossos filhos.  

A graça (favor imerecido) que eu recebera de Deus naquele inesquecível dia (03 de Março de 1993), me franqueara não só a porta do conhecimento acerca da existência de Deus e do seu amor, bondade e misericórdia, mas, também, da existência do mundo espiritual, assim como da actuação dissimulada, pérfida e macabra do Mal invisível e sobrenatural no nosso mundo, particularmente na vida daqueles que não se converteram a Deus.

Por via deste e doutros testemunhos, revelações e conhecimento que serão aqui partilhados, você, meu caro irmão ou irmã em Cristo, nunca mais sentirá medo quando tiver que confrontar satanás e suas obras maléficas (bruxaria, etc).

Como disse o Senhor, “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, João 8:32.

 

Continua no próximo artigo…

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[1] Três foram os Reis Magos que visitaram Jesus, três foram o tipo de presentes que os Reis Magos deixaram no local do nascimento de Jesus (ouro, incenso e mirra), três foram o número de homens (entre eles Jesus) crucificados no dia da sua morte, três fora a hora do dia que Jesus morreu, três fora o número de dias que Jesus permaneceu morto, três fora o número de vezes que Pedro negou Jesus antes do galo cantar, três fora o número de vezes que Jesus fora tentado, três é o número representativo da trindade, não da trindade como os meus mui amados irmãos católicos ensinam – um só Deus em três pessoas distintas (Pai, Filho e Espírito Santo) –, mas três Entes divinos partilhando a mesma essência, atributos e espírito divino, três foram o número de vezes que Deus chamou Samuel antes que esse respondesse o chamado do SENHOR, três fora o período de dias de completa escuridão que se abateu sobre o Egipto de Faraó nos dias de Moisés, etc.  

[2] Deus completou a sua obra de criação em sete dias, as sete pragas, Jesus ensinou-nos a perdoar “setenta vezes sete”, isto é, sempre, as sete trombetas, os sete selos, os sete castiçais de ouro, as sete estrelas, os sete chifres, os sete olhos, os sete espíritos, etc.

[3] Doze foram as tribos de Israel originárias dos 12 filhos de Jacó, 12 foram as tribos ismaelitas, descendente de Ismael, o filho que Abraão fizera com a sua serva Hagar, e donde provêm os muçulmanos, adversários/inimigos milenares de Israel,  12 foram o número de pedras que o profeta Elias usou na construção do altar, 12 foram o número de pedras utilizadas por Josué na construção do memorial relativo à passagem, em seco, do Jordão, com a arca da aliança do Senhor, 12 é o número de apóstolos escolhidos por Jesus, 12 é o número de cestos de pães e peixes que sobraram após o milagre da multiplicação, 12 é o número de tipos de frutos que a árvore da vida produzirá em cada mês, representando a vida e a provisão eternas, 12 é o número de portas da Nova Jerusalém, 12 é o número de estrelas na coroa da mulher vestida de sol, no Apocalipse, etc.

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