Meu testemunho de livramento e graça divina (VII)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (VII) Grita o nome de Jesus três vezes, senão você vai morrer!… No momento em que a sombra da morte se ia locomovendo, fria e ameaçadoramente, em minha direcção, “ouvi” (até hoje não sei descrever com exactidão aquela “voz” que falava no meu subconsciente) que devia gritar o nome de Jesus três vezes ou, então, eu morreria. E, de facto, apercebi-me que o coração começara a bater de forma intermitente. Ora pulsava, ora parava, ora batia, ora deixava, momentaneamente, de bater, sem que, entretanto, eu apagasse (perdesse os sentidos), como se me avisando que estava prestes a bater pela última vez, ou seja, a parar de bater para sempre. De relance, vi que a obscuridade presente no quarto do meu irmão se adensara, e que aquela sombra demoníaca, a sombra da morte, se ia aproximando perigosamente cada vez mais próximo de mim. Foi aí que pela primeira vez, em uma situação real de perigo e catástrofe eminente, gritei, consciente e encarecidamente, pelo nome de Jesus. Com voz embargada, mas firme, gritei: “Jesus!!”… E foi, então, que algo surrealista e surpreendente aconteceu (se houver algum laivo de inverdade no que eu estou aqui a contar, que satanás tenha o poder de tomar a minha vida): num ápice vi a sombra que se aproximava perigosamente de mim a retroceder abruptamente, como se tivesse acabado de receber um violento chute de alguém que estava no local, mas que eu não conseguia ver. Passando alguns poucos segundos, a mesma sombra voltou a se materializar e recomeçar a sua jornada em minha direcção. Tentei gritar pela segunda vez o nome de Jesus, mas parecia que alguém simplesmente tampara a minha boca, tornando-me afónico. Me desesperei. Enquanto mentalmente reunia força de vontade para continuar a lutar, via a sombra a tentar, de forma ainda mais resoluta e decidida, alcançar-me com os seus tentáculos letais. E, então (hoje sei que fora Deus quem estava guerreando por mim), consegui, pela segunda vez, chamar pelo nome de Jesus. E, novamente, vi a névoa da morte a ser lançada para fora do local em que nos encontrávamos. A terceira e última vez fora ainda mais penosa e desesperadora, mas, com a ajuda de Deus, as forças tenebrosas que tinham sequestrado a minha voz foram derrotadas, e o nome de Jesus ouvido pela terceira vez no quarto do meu irmão (hoje sei que a menção repetitiva do número três[1], sete[2] e doze[3] nas Escrituras Sagradas não são meras casualidades. Para além do seu simbolismo, há neles algo mais que não conseguimos alcançar): Como que impelido por uma força invisível, levantei instintivamente o olhar para a janela, e foi, então, que vi os três seres angelicais que foram enviados por Cristo para me socorrer e desinfestar o local da presença do Mal: três “anjos” em forma de pomba atravessaram o meu campo de visão. Pude vê-los perfeitamente. Eram de cor branca intensa e resplandecente, e foram surgindo no meu campo de visão, uma após outra, como uma esquadrilha de caças voando em linha recta. Naquele momento, por intuição percebi que não iria morrer… que o espírito da morte tinha acabado de ser subjugado pelo exército celestial do SENHOR. Lentamente fui voltando a mim, e a ter a estranha percepção de que estava retornando ao meu corpo. A visão do rosto distorcido ou semi-animalesco da pessoa por trás do evento dramático que estava a viver simplesmente se esfumara. O quarto do meu irmão parecia agora mais intensamente iluminado pelos raios solares que provinham do céu desnublado. O Mal que me queria levar prematuramente à sepultura tinha sido definitivamente derrotado pelo Deus que eu não conhecia, não amava e não adorava!… Ainda hoje me emociono quando penso e tento entender a razoabilidade do gesto do SENHOR para comigo. Por que Ele interveio?!… Por que Ele simplesmente não me deixou morrer sendo eu um pecador?!… Naquele dia, que seria o último da minha vida, Deus fora bom e misericordioso para comigo. E hoje, em meio a tantas perseguições e investidas satânicas, tenho assistido maravilhado o mover do Espírito Santo e a manifestação da graça de Deus também na vida da minha esposa e dos nossos filhos. A graça (favor imerecido) que eu recebera de Deus naquele inesquecível dia (03 de Março de 1993), me franqueara não só a porta do conhecimento acerca da existência de Deus e do seu amor, bondade e misericórdia, mas, também, da existência do mundo espiritual, assim como da actuação dissimulada, pérfida e macabra do Mal invisível e sobrenatural no nosso mundo, particularmente na vida daqueles que não se converteram a Deus. Por via deste e doutros testemunhos, revelações e conhecimento que serão aqui partilhados, você, meu caro irmão ou irmã em Cristo, nunca mais sentirá medo quando tiver que confrontar satanás e suas obras maléficas (bruxaria, etc). Como disse o Senhor, “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, João 8:32. Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Três foram os Reis Magos que visitaram Jesus, três foram o tipo de presentes que os Reis Magos deixaram no local do nascimento de Jesus (ouro, incenso e mirra), três foram o número de homens (entre eles Jesus) crucificados no dia da sua morte, três fora a hora do dia que Jesus morreu, três fora o número de dias que Jesus permaneceu morto, três fora o número de vezes que Pedro negou Jesus antes do galo cantar, três fora o número de vezes que Jesus fora tentado, três é o número representativo da trindade, não da trindade como os meus mui amados irmãos católicos ensinam – um só Deus em três pessoas distintas (Pai, Filho e Espírito Santo) –, mas três Entes
Meu testemunho de livramento e graça divina (VI)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Sociedade Fé & Religião Segurança Nacional Universidade Celestial Contacto Projectos sociais X Meu testemunho de livramento e graça divina (VI) A sombra da morte Enquanto ia me debatendo freneticamente e gritando “Afinal o papá ´Pedro´ é feiticeiro!… O papá ´Pedro´ é feiticeiro!… O papá ´Pedro´ é feiticeiro!…” para chamar a atenção dos presentes para o que realmente estava a acontecer, acabamos, nesse segura-segura (eu estava descontrolado), por adentrar no quarto do meu irmão. O quarto do meu irmão era minúsculo, baixo e de construção precária como de resto era toda a nossa casa. Do interior do quarto do meu irmão se conseguia facilmente abarcar parte do quintal e o vai e vem de transeuntes no seu interior. Mas, naquele dia, não vi vivalma a circular no quintal. O quintal parecia-me estranhamente silencioso e soturno. Sem ter a noção exacta do que estava a fazer, pedi ao meu irmão que colocasse as suas mãos sobre a minha cabeça, mas tão logo ele impôs as mãos sobre a minha cabeça, vi, em lugar dos seus braços e mãos, um braço não humano sobre a minha cabeça. O braço demoníaco e aterrorizante que vi sobre a minha cabeça, apresentava-se completamente coberto de pelos de cor preta intensa que se confundiam com os de um gorila, e desembocava numa mão monstruosa com dedos pontiagudos, bastante envelhecidos e em forma de garra. Com a voz embargada pela aterrorizante visão, gritei ao meu irmão que retirasse as suas mãos de cima da minha cabeça. O que me intriga até hoje, nesta história, é o facto de eu ter conseguido ver o braço e os dedos monstruosos do ser demoníaco fincados sobre a minha cabeça. Nenhum ser humano tem a capacidade de ver algo em cima de sua cabeça, a não ser através de um espelho ou (suponho que tenha sido o meu caso) se, em teoria, estiver fora do seu próprio corpo, como de resto ouvimos em muitos testemunhos de EQM (experiência de quase-morte), o que não foi o meu caso. Eu não estava a viver nenhuma experiência de quase-morte, e nem a passar por uma experiência alucinatória. Eu sabia perfeitamente quem eu era, onde estava e quem eram as pessoas que me rodeavam. Ou seja… eu estava lúcido e consciente dos eventos que se desenrolavam à minha volta. Sabia que aquilo que eu (somente eu) estava a ver, nada tinha a ver com uma eventual distorção da realidade provocada pelo possível efeito alucinógeno da penicilina procaína que o meu pai me aplicara parcialmente, mas da manifestação do Mal que tinha tomado a minha mente, corpo e alma. A confirmação de que a penicilina procaína nada teve a ver com os eventos que estamos aqui a narrar, veio semanas ou meses depois, mas, por enquanto, não vamos nos ater a estes outros eventos sobrenaturais que durante 12 meses me aterrorizaram, para não fugirmos do tema em foco. Enquanto tentava em vão lutar pela vida, vi algo que até então julgava ser uma alusão metafórica da morte pelo autor do Livro de Salmos (Salmos 23:4): a sombra da morte. Não a morte propriamente dita porque ela é um estado; o estado em que as pessoas se apresentam depois de o fôlego da vida abandonar os seus corpos. O que eu vi (não em sonhos, mas com os meus próprios olhos) fora a própria sombra da morte. Os eventos que estou a narrar ocorreram por volta das doze horas e trinta minutos ou treze horas, e num dia de bastante sol, pelo que mesmo sem luz eléctrica havia claridade suficiente no quarto do meu irmão, até à altura em que, de repente, a claridade no quarto do meu irmão começou a ser tomada por uma estranha obscuridade. No exterior do quarto onde nos encontrávamos o dia estava ensolarado, mas no quarto do meu irmão o negrume da noite começara a instalar-se de forma sobrenatural e maléfica, diante dos meus olhos. Somente dos meus olhos… E, então, eu a vi. Sim, a temida sombra da morte que lenta e dissimuladamente se esgueirava para o interior do quarto do meu irmão. Eu via-a se movendo, fria e ameaçadoramente, em minha direcção, parecendo que tinha vida própria. Por breves instantes me pareceu ter descortinado uns lábios e um sorriso zombeteiro naquela forma inconstante e incorpórea, mas podia ser apenas coisa da minha cabeça. Hoje, eu sei que a alusão da “sombra da morte” em Salmos 23:4 não fora metafórica, ela realmente existe e é visível aos olhos das pessoas que estão prestes a morrer sem a presença de Cristo em suas vidas. Continua no próximo artigo… Artigo anterior Por favor, deixe o seu comentário consciencioso!…Não faça comentários ou emita opinião de índole partidária, rácica, divisionista e/ou discriminatória. Faça o seu comentário ou emita a sua opinião com o intuito de emprestar o seu saber ou pensamento em prol de Angola e dos angolanos, ou para dar testemunho do amor, graça e bondade de Deus. 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